Como a Lobuma começou e o que ela quer fazer diferente.
Uma história que começou com interesse por marketing, passou por algumas tentativas frustradas e acabou virando uma agência para negócios locais.
Eu sou o Eduardo. Tenho 25 anos, moro no Paraná, e a história que acabaria virando a Lobuma começou há quase 8 anos.
Foi em meados de 2018 que surgiu meu interesse por marketing. Dois anos depois, esse interesse me levou a cursar Marketing Digital. Junto dele também veio a vontade de empreender, que acabou se tornando meu maior objetivo profissional. Parte disso veio da vontade de ter mais liberdade e conforto financeiro, mas, com o tempo, empreender também passou a significar construir algo do meu jeito, assumir as decisões e ver até onde eu conseguiria levar uma ideia própria.
"Foi assim com incontáveis projetos."
De lá pra cá, foram algumas tentativas frustradas de empreender por causa do bendito "tempo". Eu achava que as coisas dariam certo rápido, que o resultado viria rápido e, quando isso não acontecia, acabava desanimando. Foi assim com incontáveis projetos.
Há cerca de um ano e meio, a Lobuma começou a tomar forma. Conversando com uma amiga, contei que era formado em Marketing Digital e ela sugeriu que eu me oferecesse para cuidar do marketing da oficina onde trabalhava. Eu fiz isso. Não foi pra frente.
Mas a ideia de empreender prestando serviços de marketing ficou na minha cabeça e foi amadurecendo conforme eu observava a oficina onde trabalhava e outras empresas que conhecia. Marketing quase sempre era tratado como algo secundário ou simplesmente como "postar uma foto do produto". E mesmo quando havia "especialistas" por trás, muitas vezes o resultado continuava genérico. Coisas que qualquer pessoa conseguiria reproduzir em poucos minutos pedindo algo parecido ao ChatGPT.
"Marketing quase sempre era tratado como algo secundário ou simplesmente como 'postar uma foto do produto'."
"A gente prefere começar sendo curioso."
Foi vendo tudo isso de perto que surgiu a Local Business Marketing, ou, resumindo, Lobuma. Ela junta meu interesse por marketing e comportamento humano, minha vontade de empreender e também um desafio que quero perseguir com a empresa: provar que marketing feito por uma agência não precisa ser genérico.
Por isso, aqui na Lobuma a gente não quer chegar a um negócio que acabou de conhecer se apresentando como "especialista". A gente prefere começar sendo curioso. Queremos entender como aquele negócio funciona, como os clientes escolhem, o que pesa numa decisão e o que é diferente naquele mercado. E mesmo tendo mais experiência no setor automotivo, queremos levar o mesmo nível de interesse para qualquer outro setor em que entrarmos.
Cada negócio tem uma história, um mercado e um jeito próprio de funcionar.
Antes de dizer o que a gente faria pelo seu, prefiro entender tudo isso.
Me conta sobre seu negócio